"Lutaremos até que ninguém possa lutar contra nós..."

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

“A primeira vez que li Emma Goldman não foi em um livro. Eu tinha 16 anos, e estava caminhando perto da fronteira de Nevada. A citação estava pintada na parede, em vermelho. Quando vi aquelas palavras, foi como se alguém as tivesse arrancado de dentro da minha cabeça:




 ‘Anarquismo, representa a libertação da mente humana e do domínio da religião. Libertação do corpo humano do domínio da propriedade. Libertação das algemas e da contenção do governo. Representa a ordem social baseada na liberdade de grupos de indivíduos.’




 O conceito era puro, simples, verdadeiro. Me inspirava. Acendeu o fogo da rebelião. Mas ultimamente, eu aprendi a lição que Goldman, Proudhon e outros aprenderam. Que verdadeira liberdade requer sacrifício e dor. A maioria dos seres humanos pensam apenas que querem liberdade. Na verdade, eles anseiam pela escravidão da ordem social, leis rígidas, materialismo. 
A única liberdade que o homem quer realmente é a liberdade de ficar confortável.”
“A primeira vez que li Emma Goldman não foi em um livro. Eu tinha 16 anos, e estava caminhando perto da fronteira de Nevada. A citação estava pintada na parede, em vermelho. Quando vi aquelas palavras, foi como se alguém as tivesse arrancado de dentro da minha cabeça:
‘Anarquismo, representa a libertação da mente humana e do domínio da religião. Libertação do corpo humano do domínio da propriedade. Libertação das algemas e da contenção do governo. Representa a ordem social baseada na liberdade de grupos de indivíduos.’
O conceito era puro, simples, verdadeiro. Me inspirava. Acendeu o fogo da rebelião. Mas ultimamente, eu aprendi a lição que Goldman, Proudhon e outros aprenderam. Que verdadeira liberdade requer sacrifício e dor. A maioria dos seres humanos pensam apenas que querem liberdade. Na verdade, eles anseiam pela escravidão da ordem social, leis rígidas, materialismo.
A única liberdade que o homem quer realmente, é a liberdade de ficar confortável.